PROJETOS
| Educação e Pesquisa
Oficina de Futuros
Oficina que propõe uma reflexão através da interação entre arte e ciências sobre como a tecnologia, e por consequência os futuros, são frutos da rede de relações entre agentes humanos e não-humanos envolvidos no processo de desenvolvimento, sendo assim passíveis de apropriação e intervenção por toda a sociedade.
Com ela nos propomos a discutir através de expressões artísticas como podemos partir da perspectiva das populações periferizadas para pensar e questionar o desenvolvimento tecnológico, produzindo a partir disso uma ficção científica crítica e capaz de imaginar outras possibilidades de futuro. Buscamos ainda utilizar nessa construção elementos tecnológicos presentes na história de nossos povos, pensando através das tecnologias ancestrais como os arranjos de futuro podem ser reimaginados e por consequência, produzidos.


Tendo como público principal movimentos comunitários, associações de moradores, e outras organizações periféricas que tenham suas comunidades como foco de atuação, um dos objetivos da atividade é criar espaços de reflexão e mobilização social.
Cada rodada do Visões Periféricas conta com uma média de sete encontros, sendo o cronograma construído de acordo com as
relações de tempo de cada grupo. Além do aprofundamento da discussão sobre tecnologia e sociedade, as oficinas do buscam prototipar instrumentos capazes de ajudar na solução de problemas específicos do território.



Formação dedicada a instituir uma rede de observatórios populares de dados, com o objetivo de fortalecer agentes comunitários para incidência sobre o acesso a políticas públicas nas periferias.
Consiste no compartilhamento de técnicas e ferramentas de criação, análise e comunicação de dados sobre a realidade das comunidades periféricas. Entendemos que uma vez que tenham esses instrumentos em mãos, as comunidades têm a possibilidade de realizar o automonitoramento de políticas públicas e disputar com as narrativas governamentais, fortalecendo o debate público e a participação social na manutenção e mesmo elaboração das soluções para os territórios.


Ciclo de formação para agentes culturais e profissionais da educação sobre fundamentos pedagógicos das culturas indígena e afro–brasileira. O projeto consiste numa formação itinerante,abordando o papel da cultura popular de diáspora nos processos pedagógicos dentro e fora dos espaços culturais. Direcionada para mestras/es e professoras/es tanto dos coletivos culturais quanto dos espaços e educação formal, as atividades do projeto incluem palestras e oficinas para discutir soluções para efetivação da Lei 10.639/03
(Ensino da história e cultura africana no Brasil) pelo compartilhamento de conceitos e técnicas que partem da filosofia mantida nas rodas de capoeira, terreiros e de-
mais manifestações populares negras e que podem ser utilizadas nos diversos espaços de transmissão e promoção de conhecimento.

| Incidência Política
Encontro de Saberes
Atuamos junto ao grupo de pesquisa que tem trabalhado no protocolo de mapeamento de
mestras(es) de saberes tradicionais na região de Manaus com o intuito de integrar esses conhe-
cimentos à matriz curricular de cursos de ensino superior na Universidade Federal do Amazonas.
GT de Agricultura Urbana em Manaus
Grupo de trabalho interinstitucional dedicado a assessorar a criação de um projeto da
Lei Municipal de Agricultura Urbana, a ser submetido à Câmara Municipal de Manaus.
O GT é uma iniciativa da Prefeitura de Manaus junto à Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Apoio às iniciativas de monitoramento do PAREST Sumaúma
Orientação e suporte técnico às demandas de monitoramento ambiental comunitário no en-
torno do Parque Estadual Sumaúma, unidade de conservação situada na periferia de Manaus e
constantemente pressionada pela disputa por espaço na cidade.



